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Avaliação Interna
Auto-Avaliação/Avaliação Interna
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“Uma escola não tem melhor maneira de cumprir a sua missão do que cultivar a interacção com todas as forças vivas e activas do meio envolvente.”(Landsheere, 1997,p.127).
Em nosso entender, todo o processo auto avaliativo deve ser entendido como um caminho para a partilha de conhecimentos entre todos os membros da comunidade educativa e possíveis parceiros externos, construindo-se um ambiente propício à aprendizagem.
A autoavaliação da escola deve constituir um processo de mudança e de promoção da melhoria, devendo ser participativo, estendendo-se a todos os actores da comunidade escolar (direcção, professores, pessoal não docente, pais e encarregados de educação e alunos) e elementos da comunidade local/regional, contando com a colaboração de outras entidades externas.
Todos estão convidados a interrogarem-se sobre o modo de trabalhar na escola; na sala de aula, sobre o conhecimento dos alunos, da forma como se utiliza o tempo, os objectivos que se quer atingir e sobre a organização do Agrupamento/Escola.
O envolvimento de todos os elementos da comunidade educativa é essencial, visto a sua participação na definição, recolha e interpretação dos indicadores, facilita a apreensão da sua utilidade detectando-se os contributos e as linhas orientadoras de aperfeiçoamento quer ao nível do ensino, como no modo de funcionamento da instituição.
Partimos para esta aventura conscientes que a escola tem uma organização específica em que se observa a existência de: múltiplos decisores; múltiplos e discutíveis definições de sucesso; usos de informações que estão longe de serem completas e/ou perfeitas; canais de comunicação nem sempre eficientes; homogeneidade aparente, apesar da possibilidade de variação dos serviços oferecidos pela escola.
Apesar dos constrangimentos atrás referidos, continuamos a defender que a autoavaliação do agrupamento/escola é um processo de crescimento onde se pratica a democracia, envolvendo todos os membros da comunidade educativa numa reflexão e procura se resolução dos problemas da escola/agrupamento; personalizado, pois cada escola/agrupamento escolhe e desenvolve o seu próprio plano de autoavaliação; facilitador de autonomia. Trata-se assim de um processo educativo pois desenvolve o seu Projecto Educativo, implementa-o e avalia-o, reformulando-o prospectivamente.
Deste modo, ao nível dos benefícios a auferir com a autoavaliação pode-se contar com: maior e melhor racionalização de recursos humanos e materiais; uma acção educativa mais eficaz; maior equidade, acautelando sempre as diferenças; o estabelecimento de canais de informação/comunicação eficientes; contribuir para o desenvolvimento da avaliação em educação; e, fornecer orientações importantes para a prática do ensino e funcionamento da escola/agrupamento.
Divulgação-Download (pdf)
Obrigado a todos.
Votos de bom trabalho e sucesso.
Coordenação do Projecto
Eduardo Cruz
Anabela Fernandes
Quinta do Conde, 9 de Outubro de 2009
Em nosso entender, todo o processo auto avaliativo deve ser entendido como um caminho para a partilha de conhecimentos entre todos os membros da comunidade educativa e possíveis parceiros externos, construindo-se um ambiente propício à aprendizagem.
A autoavaliação da escola deve constituir um processo de mudança e de promoção da melhoria, devendo ser participativo, estendendo-se a todos os actores da comunidade escolar (direcção, professores, pessoal não docente, pais e encarregados de educação e alunos) e elementos da comunidade local/regional, contando com a colaboração de outras entidades externas.
Todos estão convidados a interrogarem-se sobre o modo de trabalhar na escola; na sala de aula, sobre o conhecimento dos alunos, da forma como se utiliza o tempo, os objectivos que se quer atingir e sobre a organização do Agrupamento/Escola.
O envolvimento de todos os elementos da comunidade educativa é essencial, visto a sua participação na definição, recolha e interpretação dos indicadores, facilita a apreensão da sua utilidade detectando-se os contributos e as linhas orientadoras de aperfeiçoamento quer ao nível do ensino, como no modo de funcionamento da instituição.
Partimos para esta aventura conscientes que a escola tem uma organização específica em que se observa a existência de: múltiplos decisores; múltiplos e discutíveis definições de sucesso; usos de informações que estão longe de serem completas e/ou perfeitas; canais de comunicação nem sempre eficientes; homogeneidade aparente, apesar da possibilidade de variação dos serviços oferecidos pela escola.
Apesar dos constrangimentos atrás referidos, continuamos a defender que a autoavaliação do agrupamento/escola é um processo de crescimento onde se pratica a democracia, envolvendo todos os membros da comunidade educativa numa reflexão e procura se resolução dos problemas da escola/agrupamento; personalizado, pois cada escola/agrupamento escolhe e desenvolve o seu próprio plano de autoavaliação; facilitador de autonomia. Trata-se assim de um processo educativo pois desenvolve o seu Projecto Educativo, implementa-o e avalia-o, reformulando-o prospectivamente.
Deste modo, ao nível dos benefícios a auferir com a autoavaliação pode-se contar com: maior e melhor racionalização de recursos humanos e materiais; uma acção educativa mais eficaz; maior equidade, acautelando sempre as diferenças; o estabelecimento de canais de informação/comunicação eficientes; contribuir para o desenvolvimento da avaliação em educação; e, fornecer orientações importantes para a prática do ensino e funcionamento da escola/agrupamento.
Divulgação-Download (pdf)
Obrigado a todos.
Votos de bom trabalho e sucesso.
Coordenação do Projecto
Eduardo Cruz
Anabela Fernandes
Quinta do Conde, 9 de Outubro de 2009
